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O povo acordou! #Brasil #Protesto

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   Foi lindo de se ver hoje as manifestações pacíficas que ocorreram no Brasil. 100 mil pessoas nas ruas de São Paulo, Rio de Janeiro, em Porto Alegre também, enfim, o povo finalmente acordou! Infelizmente há aquelas pessoas que estragam essas manifestações pacíficas lindas de se ver, ou seja, os vândalos, que quebram  tudo pela frente como se isso fosse ajudar em algo. De qualquer jeito hoje tenho certeza que todos nós brasileiros sentimos orgulho por este grande passo que demos pois estava mais do que na hora. 

Se você vive em São Paulo ou em qualquer lugar do mundo nessas alturas, deve estar sabendo dos conflitos que têm acontecido na cidade. Tudo começou com o anúncio do aumento da passagem de ônibus, metrô e trem, de R$ 3,00, para R$ 3,20. Mas, ao contrário do que muita gente tem dito, toda essa revolução criada e organizada pelos habitantes da cidade não tem nada a ver com R$ 0,20 centavos – esse aumento (ainda injustificável, já que a população não terá nenhum benefício que justificaria esse aumento) é apenas o estopim de um povo que está cansado de sofrer abusos de um governo corrupto que não está nem aí para as necessidades e direitos das pessoas – povo esse que paga o salário de todos os políticos. Inclusive o do governador Geraldo Alckmin e do prefeito Fernando Haddad que, nesse momento de crise, estão em Paris, e se referem ao povo – aquele mesmo que deu o voto de confiança neles – como “vândalos” que precisam ser punidos.
As opiniões sobre os protestos que vem acometendo a cidade de SP dividem opiniões: os que ainda estão cegos pelas informações mentirosas da mídia e aqueles que só pensam no próprio umbigo e se dizem contra as manifestações. Aqueles que podem pagar, e que não serão afetados pelos aumentos de preço, reclamam de dentro de seus carros de playboy que os manifestantes estão “atrapalhando o trânsito”. Acontece que esse aumento apenas reafirma o fato de que nós, brasileiros, pagamos preços abusivos em absolutamente tudo (o Brasil é um dos países que têm as maiores cargas tributárias do mundo). Por exemplo, quando você compra uma TV, 50% do valor é de impostos. Quando o assunto é luz elétrica, a porcentagem sobre para 70%. Pra gasolina, não é muito diferente: 60% do preço que você paga para colocar combustível no seu carro é de imposto. Ou seja, na média, sempre que você comprar alguma coisa, 50% do valor é imposto, o que significa que, se não fosse esse dinheiro repassado ao governo, você poderia comprar o dobro das coisas, ou poderia trabalhar metade do tempo.

E para quem acha que a Polícia deve, sim, revidar com violência diante dos “vândalos”, que tal essa foto abaixo, que mostra a repórter da TV Folha, Giuliana Vallone, atingida no olho por uma bala de borracha? Segundo informações, ela estava em um estacionamento na Rua Augusta, já indo embora, quando, segundo uma testemunha, um policial que estava no banco de trás de uma viatura atirou contra ela de dentro do carro. Quem vai pagar essa conta, Brasil? Será que o prefeito e o governador irão sair de seus compromissos em Paris para dar assistência a essa moça que pode perder a visão, e a mais um monte de gente que foi ferida por protestar pelos seus direitos?
A polícia brasileira definitivamente está despreparada para lidar com situações como essas. Por onde passaram, os policiais que estavam presentes, teoricamente fazendo a “segurança da população”, deixaram um rastro de desrespeito aos direitos humanos – estudantes feridos, pessoas detidas por carregar vinagre (usado no combate à intoxicação das bombas) e também kits de primeiros socorros, pessoas que apenas passavam pelo local sendo atingidas.
Aos que usam o já batido argumento de que com violência não se leva nada, concordo, não estamos de forma alguma defendendo o vandalismo, mas os dois lados da moeda precisam ser vistos. Há sempre o meio pacífico de fazer uma greve, uma petição online, um abaixo-assinado, mas isso surtiria pouco efeito. O Brasil, por ser um país mais novo, ainda está aprendendo a melhor forma de protestar, assim como os povos da Europa aprenderam. Claro que algumas pessoas se exaltaram demais e acabaram perdendo a razão, mas não a maioria delas como os veículos de imprensa querem que você acredite. Na manifestação de quinta-feira, segundo fontes, o povo pedia paz, e não violência.

Por isso, o povo que foi as ruas não está lutando apenas contra os R$ 0,20 centavos. Muito provavelmente, boa parte das pessoas que se arriscaram em participar de um manifesto, correndo o risco de serem agredidos pela polícia, podem pagar os R$ 0,20 centavos. Acontece que o povo começou a acordar e perceber que não pode mais se calar diante dos absurdos que tem que engolir goela abaixo. Prova disso são as diversas manifestações que têm acontecido nos últimos tempos: manifestação contra Feliciano, a marcha da maconha, a marcha das vadias – entre outras. Mesmo que, para alguns, elas ainda não tenham surtido efeitos visíveis, elas mostram que o povo brasileiro não é bobo e cansou de se calar. E, tenho certeza, elas não vão parar por aí.
Esse momento de crise serve para mostrar quem está do lado de quem – diversos veículos da grande mídia estão falando sobre o evento e se referindo às pessoas como “vândalos” e “baderneiros”. A TV e os jornais somente mostram cenas nas quais os cidadãos estão alterados, mas escondem as cenas de violência vindas dos despreparados da PM.

Ou seja: como paulistanos e brasileiros, hoje viemos aqui mostrar o nosso apoio total ao povo e fazer um alerta para quem ainda não percebeu quem está do lado de quem. Não podemos confiar jamais em veículos de informação que se mostram claramente favoráveis ao governo, enquanto o povo luta para ganhar voz. Um jornal que, em vez de mostrar os dois lados da situação e expor as injustiças, se refere aos cidadãos como vândalos, não serve nem para embrulhar peixe. Um canal de TV que só mostra um lado da história – aquele que vai contra a população – não merece o seu respeito e, muito menos, a sua audiência. Por isso, precisamos proteger com todas as forças o único veículo que dá voz ao povo, mesmo que todos os grandes estejam contra – a internet. Quer buscar uma informação sem manipulação? Desligue a TV, feche boa parte das revistas e jornais e vá para a internet. Escute a voz de quem realmente só está lutando por um Brasil melhor, um Brasil onde as pessoas possam ter voz e não tenham de ser eternamente subjugadas aos interesses de quem só pensa em dinheiro e está pouco se lixando para o povo. Estamos presenciando e vivendo um momento épico no qual os smartphones e as redes sociais têm ajudado e muito a população a ganhar voz. Há 10 anos, isso não teria sido possível, e teríamos que nos contentar com as informações duvidosíssimas divulgadas por veículos como a Globo e tantos outros.
Por isso, se você pode pagar todos os impostos abusivos cobrados pelo governo, bom para você. Mas não se manifeste contra o direito do povo. Não enfraqueça a voz da população. Não diga besteiras por estar pensando somente no seu lindo umbigo. Afinal, um dia o jogo pode virar, e você pode estar precisando da voz da população para lutar por algum direito seu ferido.
Lembre-se: não é pelos R$ 0,20 centavos. É pelo direito de um povo que cansou de ser violentado e que quer honrar o lema impresso na bandeira de São Paulo: Non dvcor, dvco, ou “Não sou conduzido, conduzo”.

Li no blog Casal sem vergonha. 

Eu não participei de nenhuma manifestação ainda, mas pretendo. E vocês, participaram? Pretendem participar? Vamos ajudar de algum jeitinho, pessoal. 



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As coisas mudam, o tempo passa

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    Não sei se vocês já passaram por algo igual ou parecido, mas há um ano atrás eu estava passando por um momento muito difícil. Eu namorava fazia 2 anos e meio por ai e acabei descobrindo que ele tinha me traído com a minha prima/melhor amiga -sim, isso mesmo. Pois então, que namorado era esse capaz de ter feito isso? Vocês devem estar perguntando, ou pior, que melhor amiga era capaz de fazer isso? Pois bem, eu digo que sim, isso realmente aconteceu comigo. Coisas inesperadas acontecem, sejam positivas ou negativas. Infelizmente este fato não teve nada de positivo -pelo menos logo no início que eu soube de tudo.

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Cuida dela #crônica sobre amores interrompidos #Daniel Oliveira

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  Rapaz, diz pra ela que o meu bom dia ainda é dela. E que, se der, outro dia a gente se esbarra e eu levo umas flores pra ela. Faz dela um porto inseguro pra não se deixar levar pela rotina da maré calma. Beija o nariz dela que ela acorda na mesma hora e ainda dá uma espreguiçada com um sorrisão de partir o meu coração por não poder mais acordar ao lado dela. Ô rapaz, cuida dela com ternura. Essa garota precisa de alguém com tempo e com todo o coração do mundo pra entender a alma dela. Deixa ela descansar a cabeça no seu ombro, mesmo que você sinta um pouco de medo de se mexer. Eu nunca consegui ficar quieto com ela do lado.

   Diz pra ela que ela é meu sonho bom. E que vai ser dureza não ter ligação nenhuma no meu celular pra responder. Coloca um toque personalizado, mas não escolhe nenhuma música especial pra vocês dois, rapaz. Puxa pruma valsa que ela sabe dançar bem demais. Ela tem um jeitinho de fugir dos meus braços que dá gosto. E não cai na armadilha dela, não. Se enroscar no pescoço dela é perigoso porque você pode ficar ali por tempo demais e se esquecer de olhar bem nos olhos dela. Diz pra ela que eu sei que eles não são castanhos, rapaz. Os olhos e ela são doces como mel. Dá pra sentir no gosto do primeiro beijo na chuva. E carrega sempre um remédio pra alergia na carteira. Dá pra prevenir os olhos dela de lacrimejarem por algum motivo bobo. Cuida bem pra ela não chorar, viu?

   Diz pra ela que eu guardei os ingressos do nosso primeiro cinema e que ontem tava passando o filme na Sessão da Tarde. Pergunta se ela viu e se lembrou de mim durante os comerciais. Pergunta se ela ainda discute Godard com alguém ou se gostou de algum blockbuster recente e não quis confessar. Rapaz, ela sabe de tudo no mundo. Puxa assunto com ela, mas não deixa o silêncio consumir vocês dois. Ela é tagarela demais – e boa coisa não é se ela começar a ficar quieta. Aquieta o rosto no colo dela e deixa uma barbinha rala pra ela sentir cócegas. Ah, você faz bem em levar dois edredons pra cama porque senão corre o risco de passar frio. Ela é meio egoísta durante o sono. Diz pra ela que eu sinto falta das conchinhas e que até parei de reclamar da dor nos braços. Abraça forte sempre que der e escreve uns poemas também.  Garanto que ela vai te inspirar a escrever um livro inteiro.

   Ô rapaz, diz pra ela que eu soluço só de pensar em como vai ser daqui pra frente e que o meu norte foi embora junto dela. E diz também que eu reconheço que ela deve ser mais feliz com você do que comigo. Diz que eu não me conformo, mas vou tentar pensar nisso como um desvio de percurso – e que, até a gente se reencontrar, eu vou tentar garantir a felicidade dela por meio de umas dicas e recomendações que eu vou dar pra você. Ela gosta de beijos molhados e pouca agilidade na hora de se despir. O suor dela tem um gosto bom, rapaz, então não precisa – e nem pode – ter nojinho com ela. Compra cerveja ao invés de vinho e põe o chinelo dela na entrada pra ela se livrar logo do salto quando chegar. Não trabalha muito até tarde porque ela vai depender de alguma atenção sua pra ter certeza de que fez uma escolha justa em me deixar. E fala sobre música, sobre algo de blues e jazz e deixa ela sentar pra tocar piano naquele restaurante grã-fino dos Jardins. Diz pra ela que eu aprendi uma partitura pra poder me lembrar dela.

   Cuida bem dela e diz pra ela que um dia a gente se encontra se ela resolver que dá pra ser feliz aqui. Mas se ela preferir ficar por aí, faz dela o seu grande amor, rapaz. Diz pra ela que a solidão só anda doce porque eu ainda penso nela. E dá um beijo de boa noite na testa dela por mim, rapaz. E não precisa dizer nada depois disso. Ela vai fechar os olhos e se lembrar de mim.
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''Algumas mentiras são melhores que verdades''

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  O meu pai era Gay. Eu já desconfiava, desde o dia em que ele começou a sair com aquele amigo, o Carlinhos. Eles conversavam com tanta frequência, que eu pensava. “Que tipo de coisa, dois homens casados fazem ás 2 da manhã conversando no telefone?” Papai não era aquele homem aberto com as coisas, lembro me das diversas vezes que o peguei chorando na sofá enquanto ele fingia ler as notícias do Estado. Diante disso, eu não podia falar ou fazer nada, apenas esperava ele terminar de “ler” e íamos conversar sobre futebol. Meu pai me ensinou a dirigir e como cozinhar panquecas. Ele fazia ótimas panquecas. Ele também tinha um gosto musical exótico. Ele gostava apenas de instrumentais, nada de vozes. Meu pai, me ensinou outras coisas, básicas de homens. Como consertar uma pia e como não decepcionar uma mulher. Ele nunca precisou falar. “Não transe com ela se ela não estiver pronta.” Ou, “Não traia ela, não minta pra ela.” Eu via isso nas ações dele. Isso, até a minha festa de 20 anos. Quando descobri que ele realmente estava namorando o Carlos. No dia em questão, eu fiquei revoltado. Cheguei a odiá-lo por alguns anos. Então conheci a Katy. Minha melhor amiga da faculdade, era o tipo de pessoa que faria qualquer cara trancado - se abrir. Ela me mostrou o amor de todas as manerias que você possa imaginar. O amor entre um homem e uma mulher, entre um amigo e uma amiga, entre um homem e um cão, entre uma mulher e uma outra mulher. Inclusive entre relacionamentos homossexuais. Como disse, eu não reprimia o meu pai pelo que ele fazia, não o odiava pelo que ele era, e sim pelo que ele fingia ser. Um dia, Katy e eu estávamos na loja de discos que ficava perto da faculdade. Katy comprou 5 Cds, todos instrumentais. Naquela mesma noite, saímos para comer panquecas, e ela comentou sobre o João - o garoto retardado com quem ela estava fazendo sexo.“ - Por que razão você esta saindo com ele? Você não esta pronta para isso. Ele não pode magoá-la ou traí-la. Isso não é ser homem.” “- O que é ser homem pra você?” Katy perguntou irritada. Depois de todas aquelas memórias de infância e lembrei-me e todas as vezes que meu pai chorava, mas ele nunca fez minha mãe chorar, ele a fazia bem. Algumas mentiras são melhores que verdades. E isso ele sabia muito bem. E mesmo fingindo ser quem não era, ou enganando-se no espelho todos os dias. Meu pai amava a minha mãe, esse tipo de amor Katy e eu conhecíamos muito bem. Apesar de também amar o Carlos, meu pai me ensinou que o amor era bem mais que beijo na boca e sexo em dias frios. Amor era bem mais que falar. Esse turbilhão de coisas se passaram na minha cabeça. “- Ser homem, é ser como o meu pai foi.

Esse texto é incrível, achei ele hoje, só não sei de quem é a autoria. E vocês, o que acharam?
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Quando o silêncio não incomoda #Ricardo Coiro

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Olhei-a ligeiramente, olho no olho, numa profundidade visual que só nela eu tive coragem de mergulhar. Não disse nada, nem precisava. Queria apenas tocá-la com meu olhar e, com isso, deixar bem claro o quanto eu estava ali, presente de corpo, alma e coração. Olhei-a fixamente nas retinas e assim, sem emitir qualquer grunhido ou som, mostrei o quanto eu estava perto o suficiente para protegê-la de qualquer possível tempestade e longe o bastante para não matá-la sufocada com minha ânsia de tê-la sempre comigo.
O relógio não parou e os minutos passaram enquanto naquela mesinha de plástico, ao ar livre, dividíamos, sem medo, uma generosa porção de silêncio. Tínhamos a imensidão do mar bem ali, a areia que se escondia entre nossos dedos do pé, uma brisa que parecia soprar nossos problemas para bem longe e o sol, lindíssimo astro que vagarosamente preparava o último grande ato do dia.
Aquela cena muda não era sintoma de fim de namoro, pelo contrário, era indício de solidez em nosso relacionamento. A falta de palavras era opcional e a boca fechada não incomodava nem gerava a mínima insegurança. Não precisávamos caçar assunto como faz um par nos primeiros encontros. Naquele dia, descobrimos que estávamos prontos para dividir muito mais do que a cama e que sobreviveríamos sorridentes e ilesos aos inevitáveis compartilhamentos de silêncio, sem sofrer com a falta de falas e sem precisar iniciar uma broxante conversa de elevador.
Pode parecer apenas um minúsculo detalhe, mas graças a essa quietude destemida, percebi o quanto ela era uma pessoa especial, e mais, entendi um dos elementos necessários para a sobrevivência de uma relação amorosa: o conforto essencial para o surgimento de longas convivências.
 Não estou falando da maciez de uma barriga ou da dureza de um colchão, nada disso. Em uma relação verdadeira, conforto é capacidade de encontrarmos aconchego na simples e muitas vezes silenciosa presença de quem amamos. Um peito cômodo ou um braço aconchegante podem até sustentar menores e mais frágeis laços, mas os grandes e duradouros vínculos precisam de presenças confortáveis para sobreviver.
O amor verdadeiro sobrevive à falta de palavras, de novas piadas, de velhos assuntos, mas debate-se desconfortavelmente quando encontra-se sem a presença agasalhadora do ser amado. Saudade é o desconforto gerado pela falta daquela presença estupidamente confortável.
Essa não é uma conclusão só minha, pois até mesmo o sangrento Pulp Fiction apresenta um diálogo incrível sobre esse silencioso tema:
Mia: — Você não odeia isso?
Vincent: — O quê?
Mia: — Silêncios desconfortáveis. Por que sentimos a necessidade de tagarelar besteiras para ficar confortável?
Vincent: — Não sei.
Mia: — É quando você sabe que encontrou alguém especial. Quando você pode simplesmente calar a boca por um minuto e dividir o silêncio confortavelmente.

Achei esse texto lindo, quem escreveu ele foi o Ricardo. 
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Amor

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O amor te escapa pelos dedos como quando você brinca de pegar areia fina da praia com as mãos. Quando você quer controlá-lo. O amor se esconde por de trás de um rosto cansado, numa fila do banco ou no banco de algum ônibus voltando pra casa. 
Volte pra casa, também. Arrume a cama, o cabelo, o emprego, os estudos e depois – se der tempo entre um seriado ou outro – arrume um amor.

O amor não é livro de auto-ajuda. Não é mãe, nem pai, nem irmão mais velho ou mais novo. Amor é aquele amigo que quando caí, a gente ri, mas depois pergunta se está tudo bem, faz curativo e assopra pra passar, sabe? Amor é para rachar a conta do taxi, do restaurante e do barzinho de sexta. O motel é por tua conta, rapaz – seja por amor ou não. Amor é para dividir a cama, o sorvete, o guarda-chuva, a culpa e a pipoca.

O amor é bicho arredio, que quer fugir por aí pelos carros e pedestres que correm pela cidade. Amor não é para ser domesticado, enjaulado ou coisa assim. O amor foge pelas janelas, pelos sorrisos e pelos olhos. Amor é uma junção de apelidos bobos com brincadeiras infantis, mesmo após os trinta, quarenta, ou seja, lá qual for a idade dos amantes. Amor é envelhecer ao contrário.

Amor é verdade, das mais doces às mais amargas. Amor é sentir frio na barriga após um “precisamos conversar” ou após um “estou chegando pra te ver”. O amor não transforma duas pessoas em uma. Amor é soma. E, nunca, o contrário. O amor de um par é a terceira pessoa desta relação. O amor é leve. O desamor que pesa, machuca e maltrata.

O amor foi feito como uma troca justa e verídica. Não dá para amar pelo outro. Nem querer que alguém alimente o nosso amor próprio. Porque até na frase: “Eu te amo”, o “eu” vem em primeiro lugar.





Esse texto é da Isabela Freitas, achei lindo e fala realmente a verdade.
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Considerar é reconhecer

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   Em tempos de exclusão e falta de respeito fala-se sobre valores desgastados, desconsideração e covardia. Considerar é reconhecer. É perceber no outro sua dedicação, capacidade e virtude. Consideração nada mais é do que dar a devida importância ao outro e isso não é um favor. Isso é respeito, que deveria ser tratado como nossa responsabilidade. O desprezo e desconsideração são atos rasos e medíocres. 

   "As pessoas não são nobres desde o nascimento, mas se enobrecem através de suas ações. As pessoas não são medíocres desde o seu nascimento, mas tornam-se assim através de suas ações. Se existe alguma diferença entre as pessoas, então essa diferença está somente nas suas realizações." 
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O que não te mata, fortalece

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Vídeo elaborado por pacientes do setor de Hematologia e Transplante de Medula Óssea do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba-PR, inspirado no vídeo das crianças do Seattle Children's Hospital.
Esta filmagem foi realizada por super-heróis se doaram por meio alegria, sonhos, esperança e fé - por um mundo repleto de amor. 

Assisti esse vídeo no blog da Isabela Freitas e resolvi compartilhar aqui com vocês também, até porque é um assunto do qual todo mundo tem que ter conhecimento. O mundo precisa mais de pessoas dispostas a doar medula óssea, a salvar vidas, a dar chances para as pessoas recomeçarem de novo. 
DOE MEDULA!
Mais informações para se tornar um doador de medula óssea!
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Tudo que é bom dura pouco

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   Será? Eu já usei milhões de vezes essa frase aí em cima e acredito que você também tenha caído nessa. Ela serve direitinho para justificar um monte de decepções que a gente sofre na vida: um namoro que tinha tudo para dar certo e acabou por causa de um ciúme bobo, um emprego ou um curso bacana que a gente perde do nada, uma amizade dessas grandes que vai sumindo e sumindo até desaparecer por completo – por causa da distância ou de um desentendimento qualquer. Nessas horas, bate aquela tristeza e um tipo de saudade antecipada de tudo o que poderia ter sido e não foi. E pior: nem vai ser. Natural esse nozinho na garganta. Afinal, quando não é a gente quem coloca um ponto final em determinadas situações, é como se estivessem nos roubando algo, é essa sensação de frustração que persiste. Mas, em geral, o que nos “roubam” não era mesmo nosso. A ideia é que a gente aproveitasse por um período. E só.
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A saudade é um filme sem cor

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   Que meu coração quer ver colorido. Para mim, essa é a melhor definição desse sentimento que ninguém quer ter mas com o qual todo mundo, em algum momento da vida, acaba esbarrando no caminho. Essa música se chama Brigitte Bardot e é do Zeca Baleiro. Ela traduz, em toda a sua poesia, uma coisa que às vezes aperta o meu peito e aposto que o seu também. Pode ser a saudade de alguém que a gente não vê mais, de um acontecimento muito bom ou de um tempo passado, em que as coisas pareciam mais fáceis. Saudade não é só falta, é também uma baita frustração, porque a gente sente uma vontade imensa de voltar no tempo para “ver tudo colorido” de novo, mas sabe que é impossível.
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Mania de dar valor só depois que perde.. Não digo isso só em casos de relacionamentos e amizades, mas também em casos da nossa família. Eu li isso e fiquei pensando.. poxa, eu tenho minha família nas mãos e muitas vezes deixo de dar valor a isso, de dar mais carinho e atenção a eles, de cuidar realmente deles. Pode até parecer bobagem, mas não é. Depois é aquilo, eles se vão e a gente fica se lamentando de todas as brigas, xingamentos, fica com remorso de não ter feito mais por eles, etc.
Enfim, não to jogando nada na cara de ninguém, só acho que a gente nunca pode deixar de valorizar e cuidar aquilo que a gente tem, aquilo que é nosso... seja família, amigos(as), namorado(a). 
Valorize e cuide mais daquilo que você já tem na mão, daquilo que é realmente teu!

Ps.: Me desculpem não ter vindo semana passada, tive em função de um projeto meu sobre anorexia e bulimia, fiquei 3 dias apresentando ele numa feira e tem mais função de escola... quase terminando o segundo trimestre, daí ficou meio difícil. Mas já vou deixar mais posts aqui pra vocês. Beijão!

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Perdoar ou não?

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   Quem nunca ficou com isso na cabeça 'perdoo ou não'? Pra quem ainda não passou por isso, lamento informar, mas um dia acontece.
   Não adianta, a gente se magoa e se decepciona muito com as pessoas. Até mesmo com aquelas que a gente menos espera. Por exemplo: as tuas amigas(os), namorado(a), etc. É... não é fácil mas acontece. E é muito difícil saber o que fazer na hora.
   Eu, por exemplo, já quebrei a cara com muita gente que eu considerava demais. Acabei confiando e me dei mal. Sofri pra caramba, no primeiro momento eu sentia raiva e decepção pela pessoa porque eu não imaginava que ela seria capaz de ter feito o que fez comigo. Mas né, foi lá e fez. Foi bem difícil 'aceitar' tudo o que a pessoa fez, ou melhor, acreditar. Porque eu não imaginava. Mas é aquilo né, a gente nunca conhece realmente as pessoas, nem aquelas que tu pensava que conhecia. 
   Sério, a gente se surprende muito nessa vida. Quebra a cara, chora, se magoa, erra também, é claro. Só que eu acho que assim, apartir do momento que a gente erra, a gente tem que reconhecer esse erro e aprender alguma coisa com a 'cagada' que fez. Infelizmente nem todo mundo é assim, tem gente que erra e depois volta a repetir o mesmo erro. Idiotice, não? Mas é, acontece. E tem gente também que erra, e não aprende simplesmente nada com isso, tá nem aí pro que fez. 
   Eu já errei muito, mas reconheci e aprendi com tudo. E já perdoei muito também, mesmo sendo muito difícil. Porque é aquilo, a gente pode até perdoar, mas a gente nunca esquece. 
Acho que acima de tudo, perdoar é essencial pra conseguir seguir em frente. Do que adianta guardar rancor pro resto da vida de tal pessoa que falhou contigo? Não adianta nada. Mas perdoar é uma coisa, esquecer é outra. Por isso, acho que perdoar é o melhor a se fazer, vai ser melhor pra ti mesmo. E outra, depois que tu te magoa com certas pessoas, tu só tem a aprender ainda mais...Aprender a não confiar mais tanto nos outros e sim em si mesmo. 
E vocês, o que acham em relação a isso? Comentem, beijo!


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Namoro não é sinônimo de prisão

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     Hoje em dia, ainda existem algumas pessoas que acham que namoro é prisão. Namoro não é sinônimo de prisão. Muito pelo contrário, no namoro ambos tem que se sentir felizes consigo mesmo e com a pessoa que está se relacionando. Se nenhum dos dois não sentir isso, a relação acaba se tornando algo como uma 'obrigação' dos dois, se desgasta e no fim acaba. Tô querendo dizer que em um namoro quando os dois sabem aproveitar, é bom demais! Ter um companheiro, que te ajuda, que te apoia, que tá sempre ali contigo pra ti dar carinho, dar uma voltinha, olhar um filme na sexta-feira à noite, te aguentar, te fazer cócegas, te fazer bem... Quando tudo isso tá incluído numa relação, quando realmente os dois se gostam. Não tem como se sentir presos, mas sim, felizes.
     Sei que tem muita gente que tem medo de namorar ou simplesmente não quer namorar por não querer se prender. É claro que quando tu é uma pessoa solteira tu pode curtir como quiser, fazer o que quiser, sem se preocupar com namorado e sem ter que dar satisfação. Mas quem disse que uma pessoa comprometida não se diverte também? Não curte também? É claro que sim! Digo e repito, namoro não é prisão. E mesmo namorando, as pessoas podem curtir, se divertir, enfim. Ainda melhor, porque vai ter alguém do teu lado pra ti contar como foi o teu dia, ela vai tá ali contigo quando acabar a night, a festa, enfim. É minha opinião, claro.
     A verdade é que a pessoa tem que decidir o que realmente faz bem pra ela mesmo. Se se sente melhor solteira, então curte a vida solteira. Se gosta mais de um namoro, curte as coisas boas da vida com um companheiro do teu lado e pronto. Essas duas questões são muito pessoais. Tem pessoas que simplesmente acham uma chatice namorar e não abrem mão da solteirice. Já outras, valorizam mais um compromisso sério e curtem mais alguém do lado delas.
     Namoro nunca vai ser prisão se os dois souberem respeitar um ao outro, confiar, ser sinceros, valorizar, saber controlar os ciúmes, e terem a consciência que mesmo namorando, dá pra aproveitar a vida, e muito! É claro que quando tu começa um namoro, tu tem que abrir mão de algumas coisas, mas isso é natural. E se for pra valer mesmo, tu abre mão de algumas coisas, porém, ganha muitas outras em troca, e melhores ainda. Não tenham medo de namorar, mas se quiserem que dê certo... depende só de ti e do teu companheiro também.
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Quando queremos algo tem que ir atrás, tem que batalhar, fazer por merecer, se esforçar. Quem quer ter um futuro bom, um emprego bom... tem que começar é desde agora, estudando e se dedicando. Sem fazer nada, ninguém chega a lugar nenhum.

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Você faz...

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Você faz faxina em seu escritório, em sua bolsa, em sua casa, mas não faz uma faxina em tudo o que perturba a sua alma. Você não desliga a sua mente, não gerencia seus pensamentos e vive fazendo velório antes de morto. O que significa isso? Significa sofrer por antecipação, viver problemas que ainda não ocorreram e que talvez nem ocorram.
— Augusto Cury


Pior que é sempre assim. Parece que a gente tem mania de querer sofrer por antecipação, ou melhor, sofrer por certas coisas que talvez nem venham acontecer. Mas isso é normal, até certo ponto. Eu, por exemplo, sou meio assim. Na maioria das vezes sofro por antecipação, e posso dizer que não adianta nada. A gente tem mais é que fazer uma 'faxina' em tudo que perturba a gente mesmo, é o melhor caminho. E só enxergamos isso depois... mas faz parte, o que importa é a gente aprender com tudo que acontecer na vida da gente. 


Um beijão pra todos vocês, e um ótimo final de semana!

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Se ame

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"Primeiramente se ame. Goste do seu corpo, da sua voz e do seu jeitinho. Aceite a mania que você tem de se apegar ou se desapegar. Goste do seu cabelo seja ele ondulado, crespo, liso, enrolado… Fique contente ao se vestir, pois você se veste para si mesmo; para se agradar. Goste do seu andar e do seu falar. Seja sua voz fina, grossa, roca, ou de qualquer outra maneira.Goste do seu andar seja ele torto, reto, apressado ou lento. Ame o seu peso, e caso não se contente, se esforce até gostar. Se contente com sua altura. Se contente com você e com o seu eu. Se contente com seus jeitos e manias.Goste do seu sorriso, pode ser tortinho, amareladinho, mas sorrir faz parte da felicidade. Goste da maneira como gesticula ou como pega gírias rapidamente. Goste de sua mania de sentir. Goste da sua maneira de demonstrar ou não o amor. Goste de você. Ame a si mesmo. Ame. Ame mesmo. Se namora, para depois pensar em amar outro alguém."

Nós temos a mania de botar um defeito ali, um defeito aqui em nós mesmos, ou até mesmo, se sentir feia sendo que é uma pessoa bonita, não digo só pela aparência, pelo interior também. Acho que talvez isso seja comum em qualquer pessoa, é normal às vezes se sentir meio pra baixo, se sentir meio feio, porque afinal ninguém tá sempre bonito né gente. Mas calma lá, eu tô falando 'às vezes'. Porque sim, tem muita gente que se acha feia o tempo todo, acha que não tem potencial pra nada, se sente um lixo, humilha a si mesmo. Isso é triste, porque se não for nós mesmos em primeiro lugar nos amar, gostar do jeito que a gente é, ninguém mais vai. E é aí que surge a depressão e muitos outros problemas que podem prejudicar muito a tua vida. 
Então, goste de ti mesmo do jeito que tu é, com todas as tuas manias, defeitos, qualidades... tudo. Busque as coisas boas que tu tem dentro de ti, porque sim, todo mundo tem. E é como diz o texto acima: Se namora, para depois pensar em amar outro alguém.

Desculpem por não ter postado mais nada. Beijos, até logo.
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Hoje em dia as pessoas gostam mais é de julgar e ficar apontando os defeitos dos outros ao invés de amarem mais, julgarem mesmo e valorizar as qualidades que as pessoas tem. Tá, vamos admitir aqui que qualquer um já julgou alguma pessoa sem conhecer e depois percebeu que se enganou totalmente, ou as vezes até não. Mas agora, nesse contexto, eu tô falando das pessoas que são próximas de nós. Não é certo ficar apontando os defeitos e coisa assim, vamos lá gente, vamos amar mais e julgar menos!
Beijos, amanhã eu volto!
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Valorize mais!

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Sabe, eu fiquei pensando e pior que é bem assim. As pessoas na maioria das vezes preferem o errado, o incerto, até mesmo quando tudo podia dar certo. Eu realmente acho que muita gente não valoriza as coisas que os outros fazem por elas, isso é triste. Até porque ela acaba decepcionando quem só quer o bem e o melhor pra ela. E é como diz aquela frase: Você não tem que perder pra dar valor, tem que dar valor pra não perder. 

Então pessoal, vamos valorizar mais as coisas, as pessoas, enfim, tudo. Porque depois que a gente perde, é difícil ter de volta, e daí bate aquele arrependimento de não ter dado valor antes...
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Casais bonitos

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Concordo totalmente, mesmo. Num relacionamento, o essencial é ter além de amor, amizade. Acho muito importante sim, e é lindo de se ver aquele casal que não são só simples namorados, e sim amigos de verdade, companheiros, parceiros... isso sim é um casal bonito.

Queria avisar vocês que hoje já vou deixar uns posts aqui no blog porque domingo to indo pra praia e vou ficar uma semana por lá! Então beijos, se cuidem e até semana que vem!


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Papo cabeça: Quem não te procura...

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Oi gente! Trouxe esse texto pra vocês porque apesar de ser pequeno, fala muitas coisas que realmente são verdades. O segredo é valorizar quem valoriza a gente e ponto.
Espero que tenham gostado do texto e que comentem. Beijos pra todo mundo, fiquem bem!